Salve Nação!
Este blog encontra-se off. Agora você pode ficar por dentro das melhores opiniões do Cruzeiro através do blog: Geral do Cruzeiro!
Abraços!
Salve Nação!
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Abraços!
… Mas não deixa de comer galinhas.
Esse foi um dos ditados populares que eu mais escutei quando criança.
Entramos em uma semana de clássico. Uma semana sempre conturbada, por mais despretensioso que um clássico possa ser. A questão é: um clássico pode ser despretensioso?
Na semana de um clássico vivemos o extremo. O extremo da confiança e o extremo do receio.
Há aqueles que acreditam que o Cruzeiro pode golear, sim, porque não? A situação do rival é confortável, e a motivação deles não me parece convincente. Querem ser o vice-líder do campeonato; querem devolver as goleadas passadas; querem destruir o Cruzeiro; querem demais, conseguem de menos.
Há também os mais receosos. Afinal, a fase celeste é inconstante, o time tem muitos pontos fracos, visíveis até para um leigo. E se nossa fase não é das melhores, o arquirrival vive sua melhor campanha em décadas.
Uma coisa é evidente: o último jogo do ano não deixa que nenhum dos dois clubes pense em 2013. E o Cruzeiro é quem mais sofre com isso.
Algumas certezas quanto ao ano que vem já foram ditas. Celso Roth não fica. Diego Souza está contratado.
Algumas incertezas quanto ao ano que vem, incomodam a torcida. Quem é o novo técnico? Quais jogadores virão? Quais desses jogadores são verdadeiros reforços?
O que o último jogo do ano pode mudar? Em 2011, o último clássico do ano terminou com uma goleada – 6 a 1 – e fez toda a diferença. Uma base foi mantida, não houve reformulação no elenco, começamos 2012 e mal parecia que estávamos saindo de um dos piores, se não o pior, ano do clube desde 1921. Sinceramente, independente do placar do último jogo do ano, espero que esse erro não se repita.
2012 deveria ter acabado quando o time atingiu os 45 pontos. O planejamento de 2013 já deveria ter começado. A raposa precisa ser mais astuta, e a galinha é um alimento rotineiro na sua dieta. A raposa precisa aprender a não se satisfazer com pouco. Carnes maiores, mais difíceis, mas mais saborosas.
Eu quero um Cruzeiro menos acomodado em 2013. Os erros foram evidentes ao longo da temporada. Um clube estruturado não pode se dar ao luxo de pensar – e agir – como um clube de várzea.
Nesse momento, vocês da diretoria tem meu apoio quase incondicional. Evitarei criticar contratações, especulações, parcerias. Vocês tiveram a oportunidade de aprender com 2012, não se pode ter pena no mundo do futebol. Afinal, quem tem pena é galinha. E galinha é comida de Raposa.
Saudações Celestes!
Há cerca de um ano, atleticanos gritavam orgulhosos aos quatro cantos do planeta que haviam fechado um “excelente” acordo com a BWA e assim, juntamente com tal empresa, explorariam comercialmente o Independência pelos próximos 27 anos, mandando preferencialmente seus jogos por lá.
Os Cruzeirenses que naquela ocasião viram desconfiados o “trunfo” alvinegro, hoje certamente entendem a burrada que o turco fez e a astúcia do presidente celeste em buscar parceria com o estádio que realmente faz referência a seu clube e que tem uma estrutura de verdade. Mas para os atleticanos que insistem em depreciar o acordo de exclusividade do Cruzeiro/Minas Arena e continuam a chamar o Kalil de gênio vai aí uma pequena análise disto tudo:
Se você, assim como eu, já foi ao Independência, conhece a precariedade da “Arena” do Horto. Poucas bilheterias, estacionamentos quase inexistentes, escoamento interno péssimo e visão horrível do gramado (tendo o famoso setor Magela) são algumas das mais citadas. Não bastando toda esta falta de estrutura, o acordo firmado entre as partes não é tão vantajoso quanto parece.
O Atl-MG possui isenção do aluguel do estádio (que seria de uns 10 mil reais), paga um quadro móvel baixo e a renda das bilheterias vem “limpinha”. Até aqui tudo bem, só vantagens para o clube. Além disto, recebe parte dos lucros do estádio (em todos os jogos) que incluem bares, estacionamentos e todas as formas de exploração do mesmo. Bacana? Nem tanto.
Levando em consideração que apenas o Atlético-MG mobilizará grandes públicos no estádio em 2013, não vejo vantagens em lucrar com todos os jogos realizados na arena, o outro time que a usará é o América que gera rendas tão baixas quanto o público que leva.
A rentabilização em bares e estacionamentos seria ótima se o Independência não tivesse tão poucas destas instalações e uma possibilidade menor ainda de criação de outras formas de exploração. Talvez por isso que as cadeiras do estádio estão sendo pintadas com logos de patrocinadoras, faixas das torcidas estão sendo proibidas e os banners de publicidade estão se multiplicando pelas arquibancadas. A BWA quer levantar dinheiro e sem muitas possibilidades vai fazendo o que pode.
O que realmente sustentará as rendas atleticanas são as bilheterias que com ingressos caros não ficam tão vergonhosas, mas quem se estrepa nesta história é o torcedor atleticano. Obrigado a pagar um absurdo (nas bilheterias e nas mãos de cambistas) nos poucos ingressos existentes, obrigado a ir ao estádio de metrô (ou pagar flanelinha) e ainda obrigado a ficar num local com visão desprivilegiada. Me espanta como alguém tão lesado neste fraco acordo ainda pode chamar o Kalil de gênio.
Se quiserem rendas de verdade os galináceos terão que recorrer ao Mineirão que de início foi esquecido pelas pretensões alvinegras, mas que oferece condições comerciais e estruturais bem melhores que o Independência, só não vê quem quer.
Com o maior estacionamento de estádios do Brasil, um número enorme de bares, espaços para lojas oficiais, museus, locais de exploração comercial e o principal: a maior capacidade de público em estádios de MG (64.000 lugares ou simplesmente 3 Independências), o Mineirão traz conforto e estrutura necessários para jogos de todos os portes e ainda gera muita grana.
Sabendo disto, o MAIOR de MG fechou um contrato de exploração para seus jogos nos próximos 25 anos, o que inclui participação em lucros de todas as formas citadas acima, além de espaços oficias dentro do estádio (que renderão 100% de lucro ao clube), isenção de aluguel e direito a venda de 54.000 entradas. Contrato, aliás, que pode ser ofertado a qualquer clube do estado, a menos que já tenha outro contrato de exclusividade vigente. É o caso do Atl-MG que está preso a BWA e só poderá jogar no Mineirão pagando multa a seu parceiro, aluguel a Minas Arena e não poderá participar dos lucros terceiros.
Sobre os questionamentos financeiros dos estádios é inegável que o Mineirão trará mais lucros mesmo gerando mais gastos que o Independência, pois oferece mais formas de rentabilização (atuais e futuras). Os jogos de grande apelo encherão os cofres celestes e mesmo com os jogos de pouca renda teremos uma média de arrecadação maior que o rival metido a espertão terá no Horto.
E o mais importante disto tudo: o torcedor celeste pagará um valor não tão abusivo do ingresso (devido a grande oferta de bilhetes e os variados setores), estará num estádio de nível internacional e o clube, por sua vez, estará rentabilizando de todas as formas. Estaremos levando mais gente ao estádio e o clube estará faturando mais.
O sócio terá condições de crescer e os 10 mil de hoje poderão facilmente chegar a 30 mil, principalmente com a ajuda da categoria mais popular, a Cruzeiro Sempre. O patamar de arrecadação mínimo poderá ser alcançado e os cambistas serão figuras cada vez mais raras na Toca 3.
Enquanto Kalil pensa que sua torcida não crescerá nos próximos 27 anos, limitando-a aos 30 mil lugares do Horto(contando com o tal aumento de capacidade que estão planejando), os Cruzeirenses possuirão a partir de 2013 um dos maiores estádios do país a seu dispor. E se os atleticanos amparados por um contrato comercial chamam o estádio do horto de “Arena do Galo” (mesmo tendo que desconsiderar todos os escudos e letreiros que fazem referência ao América, e até mesmo a escritura de posse do verdadeiro dono do estádio) chamamos o Mineirão de Toca 3, pois mais que contrato de exclusividade, construímos uma grande história de identidade com estádio, formada por grandes jogos e inúmeros títulos ali erguidos.
E quem chamava o Cruzeirense de inquilino no Independência, estará dando grana para o Cruzeiro nos clássicos de mando celeste que estiver indo no Mineirão. E agora Kalil?
Dalê Zêro!
A partir de hoje irei cornetar aqui no blog do Poke. Reclamem com ele!
Abraços
Salve Nação!
Não tenho raiva. Não tenho ódio. Se hoje eu pudesse traduzir meu sentimento de torcedor para tudo que envolve o Cruzeiro e essa fatídica fase, utilizaria apenas uma palavra: pena. Não desejo nenhum mal para qualquer um dos envolvidos do episódio de hoje, que ficará marcado para sempre na história do futebol. Na história do Cruzeiro, uma mancha. Na história do Santos, uma grandiosa vitória. Na história do Neymar, um dia que “deu vontade de chorar”.
Hoje, na Arena Independência, às 19h30min, Cruzeiro e Santos deveriam entrar em campo para apenas “cumprir tabela” na 34ª rodada do campeonato brasileiro. Mas não foi o que aconteceu – e foi melhor assim! Uma sonora goleada santista por 4 a 0, que simplesmente mudou todo o contexto da partida.
Um pouco de história primeiro. Cruzeiro e Santos já protagonizaram disputas memoráveis na história do futebol brasileiro e mundial. Sempre há uma sintonia entre o alvinegro praiano e a raposa mineira. Não precisamos entrar em maiores detalhes sobre a memorável conquista da Taça Brasil de 66, onde o Cruzeiro de Tostão foi o único time a parar o Santos de Pelé, com uma sonora goleada (6 a 2), ou então uma disputa mais recente, que envolvia um esquadrão celeste, campeão da tríplice coroa, contra uma geração famosa e conhecida de “meninos da Vila” e sua memorável dupla Robinho&Diego, decidindo ponto-a-ponto o campeonato Brasileiro de 2003 – quando novamente o time mineiro sairia com os louros da vitória. Voltando ao presente.
Infelizmente, hoje o Santos não teve adversário. Do outro lado do campo havia jogadores que não merecem vestir a camisa do Cruzeiro. E não merecem por vários motivos: porque são fracos tecnicamente, e isso nossa história não permite; porque não jogam com raça e com vontade, não precisam ser cruzeirenses de coração, bastam honrar o salário astronômico que ganham; porque nossa torcida não é qualquer uma, nossa torcida é exigente, chata, idiota e apaixonada.
Neymar merece ser aplaudido. É craque. Mas não só pelos lindos gols, dribles, assistências… e sim pelo favor que ele fez hoje, de mostrar o que já estava evidente, mostrar que está tudo errado no Cruzeiro.
Não há mais espaço para a mediocridade no Cruzeiro. Não queremos “técnico para tentar salvar o ano”, não queremos “jogadores de confiança”, não queremos “esse que veio para somar ao grupo”. Queremos sim, jogar contra o Santos e ver o show de Neymar em campo, mas ao final dizer: “meu time GANHOU do Santos de Neymar”, assim como manda o nosso figurino.
Não há desculpas para 2013, presidente Gilvan. Os erros estão claros. Você montou a sua equipe interna, trouxe o Alexandre Mattos e um planejamento já deveria ter começado a ser feito. Não há segredos mais, sabemos que Alex não vem, sabemos que o Roth não fica, sabemos que o interesse é em contar com Luxemburgo, mas que podemos acordar com um Marcelo Oliveira da vida. Na minha visão, você tem carta branca para fazer o que quiser em 2013. Mas esteja ciente de que, se não der certo, haverá cobrança e muita pressão. Não estamos acostumados com o que vivemos e, pra piorar, a situação do nosso arquirrival é boa, o que só vai complicar o seu trabalho. Uma dica: pense bem antes de deixar o ego falar mais alto. Hoje a ÚNICA coisa que resta ao Cruzeiro é a sua torcida apaixonada, pois até a camisa mais bonita do Brasil vocês conseguiram estragar.
E quanto ao jogo da noite de 3 de novembro de 2012, obrigado pela aula de futebol, carisma e dança Neymar. Você disse que agora o Cruzeiro é sua segunda casa e você tem essa credencial para jogar aqui. E fique tranquilo, pois tal como é no Santos, aqui você estaria em um lugar com uma história repleta de craques que ocuparam patamares iguais, ou até maiores, que você na história do futebol. A “verdadeira” camisa azul, com as 5 estrelas estampadas, cairia muito bem em você! A torcida celeste sabe reconhecer um craque e, por mais que alguns engraçadinhos tentem desdenhar do que fizemos hoje, novamente entramos pra história por algo positivo – reconhecimento – e isso nunca é demais!
Saudações Celestes!!
Salve Nação!
Parafraseando Cazuza, escrevo o óbvio no título do texto. O tempo não para, não mesmo. Pelo contrário, ele anda passando muito rápido. Até tempos atrás, xingávamos Vagner Mancini por ser o mais responsável na saída precoce do Cruzeiro na Copa do Brasil – uma das Copas mais fáceis dos últimos anos, diga-se de passagem – e hoje já começamos o returno do Campeonato Brasileiro de 2012.
O Cruzeiro, que no primeiro semestre fez muito feio, não chegando às finais do campeonato Rural e saindo nas oitavas-de-final da Copa do Brasil, tinha um futuro sombrio pela frente. A base de 2011 foi mantida, depois da ilusória goleada de 6 a 1 sobre o arquirrival, no último jogo do ano passado e a manutenção de dirigentes sem qualquer capacidade, exemplo Dimas Fonseca, nos fez crer que veríamos o mesmo filme.
As especulações de que o Cruzeiro estaria numa situação financeira complicada, começaram a se concretizar com as falas do presidente Gilvan. Houve atraso de salários e mais complicações no extracampo, que obviamente refletiram no desempenho do time.
Mas os ventos começaram a mudar na Toca. A saída do Dimas e a chegada do competente Alexandre Mattos, a saída do Mancini e a chega do Roth – que não é o melhor, não é unanimidade, mas ao menos é um treinador – e a chegada de reforços ‘de verdade’, que apesar de contestados, todos acreditamos que chegaram pra somar.
Puxando de cabeça, os reforços que vieram durante o comando do A. Mattos, pouco a pouco, somaram a um time que parecia (e ainda parece, não se iludam!) ter jogado 2012 no lixo, sendo eles: Rafael Donato, Alex Silva (que se contundiu e não joga mais), Ceará (grata surpresa), Sandro Silva, Tinga, W. Magrão, Charles, Souza, Borges (um verdadeiro atacante) e Fabinho.
A princípio o que se esperava era uma reação imediata, uma vez que a maioria dos jogadores supracitados já conta com “bagagem” e idade bastante avançada. Não se faz um planejamento em longo prazo com jogadores que estão com faixa etária entre 30 e 34 anos. Entretanto a reação não aconteceu da forma prevista – o que também não é de se assustar.
Hoje, o Cruzeiro se encontra na 6ª posição do Campeonato Brasileiro. O que não deve ser motivo nem para críticas exageradas, nem para ilusões de grandes conquistas. Um time razoável, um técnico razoável, uma posição razoável. E mantendo essa “gangorra” de altos e baixos, o Cruzeiro deve terminar o ano assim. Ou não.
Futebol é futebol, imprevisível e irracional. Há aqueles que acreditam que é permitido sonhar mais alto e acreditar que o time dê liga e vá brigar sim pela cabeça do Brasileirão. Pra esses, acreditar é quase um dever (#DreamBig, certo Laís Menini?). Esses eu não condeno, pelo contrário, admiro pela crença e pela fé.
Mas ser um pouco pessimista, e prever pelo pior, também é uma atitude louvável depois do que a torcida passou no último ano. E pra esses, o Cruzeiro começa o segundo turno precisando de chegar logo aos 45 pontos e livrar de vez a ameaça do rebaixamento (#14PontosEContando).
O certo é que essas emoções podem variar de um jogo para o outro, de uma semana para a outra. E cada vez mais, acredito no que Nelson Rodrigues disse: “Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.” E apoiado nisso, acredito que o Cruzeiro está em tempo de começar a planejar o ano de 2013, quem fica ou quem sai. Se haverá manutenção do técnico ou se o time planeja uma mudança brusca.
Por fim, vamos acreditar que o Cruzeiro irá terminar bem o ano de 2012 – dentro do possível. Cada torcedor com seu palpite, respeitando os outros, mas sempre em prol de um único objetivo: fortalecer a instituição Cruzeiro Esporte Clube.
Saudações Celestes!!
Na última sexta-feira, estive em uma reunião com o departamento de marketing do Cruzeiro. Nessa reunião discutimos vários temas, mas o mais falado foi o “Sócio do Futebol”. Depois de vários questionamentos, trocas de ideias e uma discussão muito sadia com Bernardo Mota – Coordenador do Sócio do Futebol –, eu realmente compreendi a importância do sócio e pude tirar algumas dúvidas da nova modalidade disponibilizada pelo Cruzeiro, o “Sócio do Futebol – Cruzeiro Sempre”.
De início, é importante ressaltar que um projeto de tamanha importância, que trata com a paixão de uma pessoa, tende sim a apresentar algumas imperfeições, não podendo atender a todos de forma igual. Mas buscando atender a maioria, seja essa a torcida que comparece ou não ao campo.
Renda fixa. Esse é o ponto forte de todo projeto de sócio. A segurança e a certeza que o clube tem de que aquele dinheiro estará ali, independente da fase do time. É preciso que o torcedor mude essa cultura “imediatista” e entenda que para sair de uma fase ruim, é necessário uma boa administração, mas também de renda! A modalidade “Cruzeiro Sempre” traz esse benefício ao clube, a certeza de uma renda bruta que estará a disposição do time. A competição do mercado econômico com os times do eixo RJ-SP é injusta e não conseguimos competir com os patrocínios que os mesmos ganham, daí a necessidade de um projeto assim.
Em números, com 30 mil sócios na modalidade nova (o que, sinceramente, não é difícil de conseguir, devido o tamanho da nossa torcida) o Cruzeiro deve arrecadar um valor superior a R$13 milhões em um período de 12 meses. Renda fixa, que pode ajudar na contratação de bons jogadores e/ou manutenção dos nossos craques. O torcedor deve entender que uma possível má-fase do time é um fator incentivador para adesão ao plano de sócio, garantido a possibilidade do mesmo de cobrar com mais direito contratações e transparência do clube!
Óbvio que nessa empreitada, alguns problemas vem aparecendo com o andar da carruagem. Mas há sim uma movimentação grande para que tudo saia conforme o combinado. Pude conferir que houve uma estruturação maior para o atendimento ao sócio e tudo o que diz respeito dentro do Cruzeiro.
Quanto aos benefícios, podem não estar aparentes por agora, mas com certeza serão visíveis daqui há algum tempo. A compra antecipada e o variação no desconto do ingresso se tornará essencial para aquele torcedor que se faz presente no estádio em quase todos os jogos. A majoração no preço do ingresso irá acontecer, até como forma de incentivo ao torcedor. Os ingressos na bilheteria se tornarão caros e a falta de comodidade nas bilheterias (filas, ingressos esgotados, etc) deverão acontecer com mais frequência.
Outros benefícios como a acumulação de pontos – que serão trocados por produtos e serviços do clube – e vantagens para o pessoal do interior também serão devidamente divulgadas com a medida da adesão. É certo que o Cruzeiro faz tudo pensando no seu torcedor. O projeto não ficará estagnado, mudanças para beneficiar o torcedor acontecerá durante os anos em que o mesmo estiver em vigor (já imaginaram dentro de um tempo a possibilidade de participar do quadro político do clube diretamente?). Há de salientar que um projeto de sócio que tenha repercussão é o carro-chefe dessa administração do presidente Gilvan de Pinho Tavares.
Por fim, faço um apelo àqueles que podem, mas que por algum receio ainda não aderiram ao sócio: façam valer a marca Cruzeiro Esporte Clube. Vamos fortalecer o clube e ter esse amor compromissado! O boca-a-boca é a melhor campanha de marketing que existe, vamos aderir e mostrar que dentro de 8 milhões de torcedores , conseguimos fácil a marca de pelo menos 40 mil Sócios do Futebol!
Saudações Celestes!!
O torcedor, através do seu cartão de crédito, pagará uma anuidade de R$330,00 (trezentos e trinta reais), podendo ser dividida em até 12 (doze) vezes sem juros, ficando uma mensalidade de R$27,50.
O sócio terá o benefício de comprar o ingresso pela internet, de forma antecipada, com descontos mínimos de 10%, podendo variar de jogo para jogo.
Haverá também o benefício de acumulação de pontos, podendo ser trocado por produtos que serão oferecidos pelo Cruzeiro de tempos em tempos. Essa parte ainda está sendo trabalhada, mas funcionará de forma semelhante ao programa de pontos “Dotz”.
Dentro de um prazo de 15 (quinze) dias úteis após o cadastramento e o pagamento, o Cruzeiro enviará um cartão que será carregado automaticamente com o ingresso após a compra efetuada, e será utilizado para ingressar nas dependências dos estádios. O sócio deverá esperar o cartão chegar, a demora que o Cruzeiro e o torcedor enfrenta é momentânea (há toda uma parte jurídica que envolve a confecção do cartão e também a demora devido aos correios). A má-notícia é que até o seu cartão chegar, você só poderá ir comprando seu ingresso normalmente na bilheteria.
*Esse mesmo cartão terá a funcionalidade de Cartão Pré-Pago (uma parceria do Cruzeiro com o banco BMG e a bandeira MasterCard), mas essa funcionalidade não precisa ser necessariamente usada, o torcedor nem precisa desbloquear a função caso não queira utilizar.
Salve Nação!
Hoje vou falar de algo que tende a ser o futuro do futebol brasileiro, inclusive já sendo realidade de alguns clubes do Brasil: o projeto de “Sócio-Torcedor”. Nos dias de hoje, os grandes e médios clubes de futebol do Brasil já apresentam projetos onde há maior inteiração entre torcida/clube. Geralmente, tal projeto tem como objetivo trazer determinada estabilidade financeira para o clube, a “receita garantida”.
Hoje temos um clube Brasileiro que se destaca dentro dessa modalidade para aquisição de renda: o Internacional de Porto Alegre. O clube gaúcho conta hoje com mais de cem mil sócios (!!), e em com isso garante por ano cerca de R$40.000.00,00 (isso mesmo, quarenta milhões, desde que todos os sócios estejam adimplentes), servindo de exemplo para toda e qualquer gestão que procure implantar um projeto de sócio-torcedor.
É interessante ressaltar, que os projetos de sócio-torcedor estão sempre ligados a fatores considerados “pilares”, sendo esse: benefícios de relacionamento entre o clube e o torcedor, desconto em ingressos e uma mais fácil aquisição do mesmo e, em alguns casos até o direito a voto dentro do quadro político do clube, depois de determinado tempo – esses três fatores presentes no projeto de sócio-torcedor do S.C. Internacional. O que se vê, geralmente, é que os projetos de sócios que não estão dentro desses moldes, considerados BÁSICOS, tendem a não dar certo.
No Brasil, além do próprio Internacional, outros clubes também conseguiram implantar um bom projeto e hoje o número de associados ultrapassa o número de lugares disponíveis em seus estádios, caso de Grêmio, Corinthians, Santos e Coritiba.
Agora, falando de Cruzeiro, falamos de um clube que não trata com transparência os seus números. Não há como saber quantos sócios ativos e adimplentes possuem o clube celeste. Hoje, temos dois modelos de sócios-torcedores na Raposa, o último lançado recentemente e vou falar deles agora.
O primeiro tipo de sócio, o “Sócio do Futebol”, implantado pela antiga diretoria, no ano de 2009, que chegou aos quase 20 mil associados devido à boa campanha do time na Libertadores do mesmo ano. Mas aos poucos foi perdendo espaço e com o fechamento do Mineirão e o mando de campo em Sete Lagoas, diversos deixaram de pagar e cancelaram o mesmo.
Essa modalidade do “Sócio do Futebol” garantia ao sócio acesso a todos os jogos do time como mandante, desde que o torcedor estivesse com a mensalidade em dia, paga através de boleto (que no começo variava entre os preços de R$45 – “Campeão Brasileiro”, R$60 – “Campeão Libertadores” e R$80 – “Campeão Tríplice Coroa”, dependendo do setor desejado) e apresentasse o cartão de sócio no momento de adentrar ao estádio. Alguns benefícios, como sorteios mensais de visitas, camisas, etc, também faziam parte. Não há direito a voto nessa modalidade.
Não há como saber o número exato de sócios e quantos estão adimplentes nessa modalidade, mas acredito que gire em torno da casa dos cinco mil sócios. Não há momentaneamente mais vagas para essa modalidade. Entende-se que essa modalidade é a melhor para o torcedor da grande BH, que vai a todos os jogos e não quer esquentar a cabeça com fila nem com falta de ingresso.
Entretanto, a nova modalidade de sócio-torcedor do Cruzeiro foi lançada ontem (4/6/2012) : o sócio “Cruzeiro Sempre” , com muito apelo e muito marketing, o Cruzeiro pede que o torcedor apoie o time e ajude o clube, entretanto, faltou aos responsáveis explicar e, principalmente, convencer o torcedor de que tal modalidade é vantajosa. Entenda o porque:
A nova modalidade deixa muitas dúvidas e começa a ser contestada, por não haver devidamente informações que esclareçam quais as vantagens/benefícios de ser associado, durante o prazo de 12 meses que é a vigência do contrato. Eis os tópicos:
Para que a torcida ajude o clube, é necessário que o clube ofereça algo em troca. E aos torcedores que não forem capazes de entender isso, defendendo a adesão ao plano apenas pelo discurso de que “ajudar o clube basta”, entendam: vocês estão apoiando a desorganização e podem, sim, estar jogando dinheiro no lixo.
Enfim, diversas dúvidas pairam no ar, algumas dessas supracitadas, foram temas de longas discussões em redes sociais (twitter principalmente), sendo apresentadas por outros torcedores. Falta clareza e boa vontade por parte do Cruzeiro para esclarecer o projeto para seus torcedores e, aí sim, emplacar de vez. O certo é que exemplo de como realizar um projeto de sucesso nós temos, basta ter pessoas competentes para administrar e planejar tudo! Já passou da hora do Cruzeiro começar a profissionalizar sua administração! Por fim, incentivo e falo que a adesão ao projeto é necessária, mas com consciência para cobrar do clube que haja transparencia e melhora dentro do próprio sistema interno!
Saudações Celestes!!
Salve Nação!!
Há algum tempo já venho escrevendo esse texto, mas me faltou um pouco de ímpeto para finalizar. Isso porque, na verdade, eu acreditava que o Cruzeiro fosse me surpreender de forma positiva em algum momento. Mas já estamos no final do primeiro semestre e estamos às vésperas de uma tragédia anunciada.
Anunciada ainda em 2011, quando escapamos do rebaixamento. E mesmo após uma campanha pífia, nem um pouco condizente com a história do clube, os associados do Cruzeiro – talvez por medo de mudar – reelegeram a mesma linha partidária para presidir o clube.
Gilvan assumiu o cargo e merece, até o momento, os créditos por tudo que o clube apresenta. Há sim um resquício grande de problemas e ‘obscuridades’ deixado pela “Dinastia Perrella” ao longo dos anos, mas nada que Gilvan não estivesse ciente desde o momento em que assumiu o cargo máximo do Cruzeiro Esporte Clube.
O maior problema do Cruzeiro começou em 2004 e tem um nome: acomodação. A diretoria se acomodou depois de ganhar “tudo”. Os torcedores se acomodaram, pois não havia pressão suficiente, ou seja, mesmo após quase 10 anos no ostracismo de títulos importantes, continuamos sem ter pressão: do nosso rival, da imprensa, da torcida, dos próprios sócios e diretores. A gana pela vitória foi dando espaço ao “ainda assim, continuamos maiores que vocês, Atlético-MG!”.
E isso reflete em campo? Às vezes sim, às vezes não. A questão, é que uma diretoria ambiciosa, com projetos de crescimento e, principalmente, com atitude, leva um time há anos de boas campanhas, títulos e grandes investimentos. E o retorno é recíproco, os torcedores compram mais, vão aos jogos (independente da distância), aderem aos planos de sócio e alguns até se associam ao clube. O maior – e mais exaustivo exemplo – de uma diretoria competente é a do Internacional de Porto Alegre, que com um belo planejamento, transformou o clube em uma potência de 2005 até os dias de hoje.
Mas futebol é uma caixinha de surpresa. Até clubes sem estrutura, sem planejamentos e com um pouco de sorte, podem se sobressair. O jogo, em si, é dentro de um campo, com 11 pra cada lado e aí, tudo pode acontecer: desde um Flamengo ser Campeão Brasileiro, como foi em 2009, como um Ramires surgir e um time conseguir chegar à final da Libertadores.
Lembram que eu falava da acomodação? Pois então, existe um círculo de cobrança no futebol, que quando um não pressiona o outro, alguma merda vai acontecer. E hoje temos o maior exemplo disso: a base do time quase rebaixado para a série B em 2011 continua em 2012. Não houve reformulação. Os reforços chegaram: alguns fora de forma, outros machucados, não participaram da pré-temporada e agora tem de se virar pra se adaptar a um time sem padrão e, ao que está claro, sem qualidade.
Há de se falar também da parte econômica do clube. Não se devem cometer loucuras, mas também não se deve esperar nada, que é bom, de graça. Ousar um pouco mais não vai “falir” a instituição. O marketing esportivo é amplo, e se trabalhado em conjunto com a administração do clube, pode-se arrecadar muito dinheiro. Contratações de impacto geram visibilidade e isso pode – e deve – ser usado ao favor de um clube. Não sou um perito em administração ou marketing, mas isso é uma receita de sucesso que nós vemos dar certo em outros clubes. Não precisa ser um figurão, tipo o Ronaldinho Gaúcho, ou uma “bomba”, tipo o Adriano, óbvio. Mas é necessário ousar mais, arriscar mais, pensar grande e acreditar. Foi assim que o super-time de 2003 foi montado: uma grande mentalidade da diretoria, um grande técnico, grandes jogadores e o apoio de uma torcida apaixonada com vitórias.
Não crio esperanças para 2012. Acho que Gilvan vai sentir na pele como é ser presidente, como é viver sob pressão e ter que agradar não só àqueles que o elegeram, mas sim os 8 milhões que defendem o escudo do Cruzeiro. 2012 será um ano para o aprendizado, mas algumas atitudes devem ser feitas de imediato, pois um planejamento de “retomada à grandeza” não tem que ser proporcional a queda de rendimento de um time. O Cruzeiro terá que aguentar, na série A, mais um ano de resultados pífios e pouquíssima chance de crescer. Só espero que isso apresente no futuro algo que nos coloque de volta ao topo. Um clube como o Cruzeiro tem por objeto principal o futebol, e isso não pode ser deixado de lado, ignorado e tratado como algo secundário.
Enfim, mudanças são necessárias – e agora! Um novo comando técnico (#ForaMancini), de mais qualidade e experiência, a reciclagem de uma equipe que em nenhum momento convenceu o torcedor (Everton, W. Paulista, D. Renan, Léo, Bobô e outros) e, principalmente, a mudança na postura. Uma diretoria firme passa confiança aos torcedores, que é repassada aos jogadores, que pode dar mais firmeza ao comando técnico.
O Campeonato Mineiro já passou. A Copa do Brasil parece questão de tempo para sermos eliminados (espero queimar a língua) e a única coisa que não queremos é que o Campeonato Brasileiro deste ano, não seja tão angustiante como o de 2011…
Ressurge Cruzeiro!!
Saudações Celestes!!
Salve Nação!!
Sem mais delongas, um post especial com as fotos do evento realizado pelo Cruzeiro na noite desta terça-feira, dia 13 de março de 2012, para o lançamento do novo uniforme celeste para a temporada!
O evento foi em uma estrutura montada logo na entrada principal do Mineirão, que refletia o azul de longe! O evento foi muito bem organizado e planejado, estando o marketing do Cruzeiro e da Olympikus/Vulcabras de parabéns! O destaque ficou por conta das palavras do nosso presidente Gilvan, que sonha alto com o dia em que o Mineirão voltará a ser NOSSA casa.
CONFIRA AQUI: O vídeo do desfile dos modelos que o Cruzeiro usará em 2012 - http://www.youtube.com/watch?v=bZixrIkZO-4
Algumas curiosidades sobre a camisa: possui um tecido diferente de todos que já foram utilizados na camisa do Cruzeiro, sendo bem mais leve e maleável. A volta das estrelas soltas e os números estampados também na parte da frente, caíram nas graças da torcida. Os detalhes de gola e manga são discretos, aparecendo mais na camisa branca, o que nos traz ao mesmo tempo a sensação de “retrô” e de modernidade.
Na parte interna da gola da camisa, terá o nome “Cruzeiro Esporte Clube”, enquanto na parte externa estará a Tríplice Coroa.
Enfim, a camisa teria tudo pra ser a mais bonita do Brasil, EXCETO por um motivo: o nosso velho e nada querido patrocínio “Banco BMG” em laranja, transformando a camisa em um verdadeiro abadá… Enfim, confiram as fotos tiradas por mim no evento desta noite:

Entrada do Mineirão.

"Todo time tem ídolos. O Cruzeiro tem 8 milhões."

Uniforme 2.
Saudações Celestes!!
Salve Nação!!
Hoje foi divulgado alguns detalhes da nova camisa do Cruzeiro pra temporada de 2012. E alguns detalhes já agradam a torcida, sendo o principal deles a volta das estrelas soltas! A nova fornecedora será a Olympikus, mas a confecção das camisas fica por conta de uma velha conhecida da torcida celeste: a Vulcabrás. A empresa que também é responsável pela marca Reebok aqui no Brasil. O que se espera dessa nova camisa é uma qualidade tão boa quanto vinha sendo fornecida pela Reebok, durante o período de 2009 à 2011..
As fotos, logo abaixo, foram divulgadas no twitter do jornalista Pedro Rocha (@novaesrocha), também sendo divulgadas pelo loja do Site Oficial.