Salve Nação!
Muito tempo sem postar aqui, hein?! É a vida agitada, escrever em três blogs é complicado! Mas não podia deixar de passar o registro da minha viagem cultural-futebolística para Buenos Aires! Viajei para a terra do Maradona para conhecer um lugar diferente, uma cultura e costumes diferentes. E claro, não poderia faltar o futebol!
Durante a semana que fiquei por lá, conheci três estádios: La Bombonera (estádio do ‘rey de copas’ Boca Juniors), Monumental de Nuñes (estádio do freguês River Plate) e o Libertadores de América, também conhecido como a “Garganta Del Diablo” (estádio do heptacampeão da Libertadores, Independiente).
Conhecer a Bombonera é uma experiência única, a começar pelo bairro de La Boca, que envolve a história do bairro que deu origem à cidade. O museu parece ter alma, todo em azul escuro e amarelo, com monumentos e imagens idolatrando “el Dios” Maradona, diversas imagens de Riquelme, Palermo e outros grandes ídolos por todas as partes. Camisas da época de amador até as atuais. Depois de uma viagem na história do clube xeneize, é a hora de conhecer o campo, a cancha. Tive oportunidade de tirar várias fotos nas “temidas” arquibancadas e até mesmo dentro de campo, com a taça da Libertadores, uma experiência inesquecível.

Monumental de Nuñes
O que a Bombonera tem de alma e emoção, o Monumental de Nuñes tem de glamouroso e luxuoso, a “academia” River Plate não é só futebol, vários esportes compõe o entorno do maior estádio da cidade. O Museu River-Platense é digno de cinema, com toda a história do clube contada em um grande corredor, década após década, grandes murais contendo os nomes dos ídolos (entre eles, Juan Pablo Sorín), salas imensas de troféus, maquete do estádio e tudo que um clube chamado de “Millionario” pode ter. O estádio é clássico, todo em vermelho e branco, estampando o escudo do clube em todas as partes, pude chegar até o gramado e ter uma vista geral, experiência única que todos deveriam ter!
Quanto ao estádio de Avellaneda, a surpresa maior fica por conta do fora-do-estádio: a diferença de distância entre o estádio Libertadores de América, do Independiente e do Juan Domingo Perón (El Cilindro), do seu arquirrival Racing, é menor que 10 metros, imaginam a cena? Além de tudo, o estádio não recebe o apelido de “Garganta del Diablo” a toa, mais parece um monte de escombro assombrado, com um guindaste do lado para a obra que parece ser “inacabável”.
Assisti à partida válida pelo primeiro jogo da final da Recopa, entre Independiente x Internacional (RS) e realmente vi um SHOW da torcida dos ‘rojos’, que cantava em uníssono e pulava num ritmo acelerante, uma coisa que eu jamais havia visto em nenhuma torcida do Brasil. O jogo terminou 2 a 1 para os argentinos, uma partida que passou batida perto do que nas arquibancadas.
Pra terminar, minha experiência futebolística internacional terminou no pub/bar “Tierra de Heroes”, um bar com bom preços de petiscos e uma Quilmes gelada, no qual há várias camisas de times de todas as partes do mundo autografada pelos grandes craques do passado e do presente. Uma réplica da taça da Libertadores no meio do bar é o point para fotografias.
Enfim, essa foi toda minha experiência curta nas terras da argentina, muito até para uma semana, pouco para a vontade de conhecer e historiar futebol.
Saudações Celestes!!


17/08/2011 às 10:06 |
ótimo texto Poke….acho que resume bem esses estádios. Particularmente eu prefiro a Bombonera, por tudo que representa para o bairro.
sds coloradas
20/08/2011 às 00:12 |
[...] Sentiram minha falta? Fiquei um tempo sem postar na Geral do Cruzeiro pois viajei para a terra dos nossos hermanos e pude conhecer um pouco da cultura futebolística de Buenos Aires e seus arredores. quem quiser ver um pouco mais sobre isso é só conferir no blog Meu Cruzeiro. [...]